Resumo Importância da Ressonância Magnética na detecção precoce do Alzheimer
DOI:
https://doi.org/10.70745/bjrtr.v2.198Palavras-chave:
IA; Imagem de Ressonância Magnética(IRM); CardíacoResumo
A doença de Alzheimer (DA) é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que causa comprometimento cognitivo e funcional, sendo que o diagnóstico precoce é essencial para uma intervenção clínica mais eficiente, planejamento familiar e gerenciamento de risco. Nos últimos cinco anos, a ressonância magnética (RM) consolidou-se como ferramenta crucial para identificar alterações estruturais e funcionais do cérebro muito antes da manifestação clínica, contribuindo para um diagnóstico mais precoce e preciso. O objetivo deste estudo é apresentar uma revisão atualizada (2021– 2025) sobre as principais contribuições da RM, tanto estrutural quanto funcional, para a detecção precoce da doença de Alzheimer, destacando avanços em técnicas de imagem, inteligência artificial, biomarcadores e integração com outras modalidades de neuroimagem. A metodologia utilizada foi uma revisão narrativa da literatura recente (2021–2025) em bases como PubMed, Scopus e periódicos especializados, incluindo abordagens estruturais (sMRI), funcionais (fMRI), estudos multimodais, segmentação automática e sistemas com inteligência artificial para análise de imagens. A análise volumétrica em sMRI demonstrou alterações pregressas em volumes do hipocampo e córtex cerebral que podem ser detectadas aproximadamente 10 anos antes dos sintomas clínicos, favorecendo o diagnóstico em estágio prodrômico. Técnicas combinadas de sMRI e DTI, integradas com redes neurais como YOLOv11, têm melhorado significativamente a sensibilidade e especificidade na detecção precoce de Alzheimer em estágios iniciais. Métodos avançados utilizando redes neurais, como DenseNet-201, ResNet e CNN combinadas com técnicas de seleção de fatias, vêm alcançando acurácia acima de 82% no diagnóstico.



