Resumo Desempenho Diagnóstico da Ressonância Magnética Multiparamétrica no Câncer de Próstata
Mostrar a evolução que a Ressonância Magnética trouxe ao diagnóstico imprescindível do câncer de próstata
DOI:
https://doi.org/10.70745/bjrtr.v2.159Palabras clave:
Imageamento da Ressonância Magnética Multiparamétrica, PI-RADS, Neoplasias da PróstataResumen
O câncer de próstata (CaP) é a segunda neoplasia mais recorrente entre os homens no Brasil, especialmente, os mais idosos. A ressonância magnética (RM) é um dos equipamentos de diagnóstico por imagem que mais se destacou no desempenho-diagnóstico para o câncer de próstata nos últimos anos, sobretudo, com o advento da avaliação multiparamétrica através das sequências ponderadas em T2, Difusão, Perfusão e o Mapa ADC. O prognóstico para a grande maioria dos pacientes acometidos com o câncer de próstata, em especial quando localizado ou regional, a acurácia torna-se mais exequível. Diante de todas essas vantagens, a ressonância magnética torna-se um mecanismo adicional e imprescindível para a detecção do tumor, por permitir mostrar lesões com significados clínicos importantes ao diagnóstico, e com um alto detalhamento e precisão.



